Hermenêutica do Si e ação em Paul Ricoeur

O artigo objetiva expor a relação entre a hermenêutica do si e a ação em Paul Ricoeur. Considero a hipótese de que a hermenêutica do si parte de um nível pragmático da linguagem passando para um nível narrativo que é requerido para que as ações sejam tomadas em conjunto e sujeitas às avaliações éticas e morais. De todo modo, embora seja possível distinguir os modos de ação (falar, agir, narrar, ser imputado), estes estão relacionados a um agir fundamental assentado sob a ontologia do ato, que sustentaria a unidade analógica das ações praticadas. Para isso, exponho três esquemas, a saber, (i) o esquema didático, ligado à tríade descrever / narrar / prescrever, (ii) o esquema reflexivo, por meio do qual o próprio autor coloca em discussão a chamada função meta-, e (iii) o esquema heurístico, das capacidades ou habilidades práticas, vinculadas à pergunta Quem? (Quem pode dizer? Quem age? Quem narra? Quem é o sujeito de imputação moral?).

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